o tralalá da minha mãe
verde, amarelo, verde, amarelo, verde, amarelo, verde... até formar uma pulseira.
Boa sorte
Assim quando chutamos um balde sem querer. Bem assim, quando as coisas de plástico chegam aos ouvidos em diversas cores. Dois verdes, um laranja e cinco transparentes. Três são para tomar banho e os outros me servirão a carregar parte da minha existência por cerca de uma hora – é que ela vai comer também, junto, de novo e sempre.
Eu queria poder afogar as implicâncias na calma da água assim que eu chegasse lá. Pode? A sua, a dele, a dela e dela e dela também. Ah, e a minha, claro. Eu não terei braços pra te proteger, nem voz para consolar. Mas eu comprei baldes novinhos. Serve?
abril / 2006

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